Quando o Rocky Mountain Games estreou, em agosto de 2019, com uma etapa marcada por chuva, frio intenso em Campos do Jordão e uma logística digna de prova de aventura, ninguém sabia exatamente o que esperar. Havia trilhas, bikes, cães, yoga na arena, um teleférico old school levando atletas e bicicletas para o downhill no Morro do Elefante e uma ideia clara: criar um festival de montanha que fosse mais do que provas, fosse experiência.
Deu certo. Muito certo.
“Foram muitos meses de criação, planejamento e produção até a primeira etapa, quando descobriríamos se tudo o que sonhamos e preparamos daria certo na vida real. E deu!”, conta Andrea Estevam, diretora executiva da Rocky Mountain Sports Content, realizadora do RMG.
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Desde então, o evento cresceu em estrutura, modalidades, cidades e, principalmente, em pessoas. De 446 atletas na primeira edição, o Rocky Mountain Games chegou a 3.593 inscritos em 2025, consolidando-se como um dos principais festivais multiesportivos de montanha do país .
Números que contam uma história
O crescimento do Rocky Mountain Games aparece com clareza nos dados acumulados ao longo das edições. Em 2019, o evento aconteceu apenas em Campos do Jordão, reunindo 446 atletas. Após a pausa forçada pela pandemia, a retomada em 2022 marcou um novo patamar: 1.884 inscritos, já com múltiplas etapas.
Em 2023, o número subiu para 1.965 atletas, saltou para 2.730 em 2024 e atingiu o recorde de 3.593 participantes em 2025, distribuídos entre Campos do Jordão, Atibaia e Juquitiba.

Somadas todas as edições, o festival já distribuiu mais de R$ 260 mil em premiação em dinheiro, reforçando seu compromisso não apenas com participação, mas também com performance e reconhecimento esportivo.

Um festival que evolui junto com o esporte
Desde a primeira edição, o Rocky Mountain Games se destacou por apostar em formatos pouco explorados no Brasil, muito inspirado no GoPro Mountain Games, que acontece no Colorado, nos Estados Unidos. “Adaptamos o evento para a realidade brasileira e hoje entendemos e comemoramos que o conceito está consolidado por aqui”, conta Caco Alzugaray, publisher da Rocky Mountain Sports Content e idealizador do evento.
Em 2019, na primeira edição do RMG, chamou atenção a prova de canicross (ainda sem esse nome) com cerca de 25 duplas largando juntas, além da disputa do Rei e Rainha da Montanha, que combinava trail run, uphill, MTB e ciclismo de estrada.
Em 2022, o evento voltou repaginado, com novos formatos para o Rocky Man e Rocky Woman, largadas por duplas no canicross e identidades visuais próprias por etapa. Em 2023, Atibaia entrou para a história como a primeira sede do Hike & Fly, conectando corrida de montanha e voo livre.
A cada ano, novas modalidades foram sendo incorporadas. Em 2024, Juquitiba recebeu sua primeira prova de natação em águas abertas, com cerca de 100 atletas, enquanto Campos do Jordão estreou a E-MTB, reunindo aproximadamente 50 competidores. Já em 2025, vieram o Aquathlon em Juquitiba, a mudança de arena em Campos para a Lagoinha, novos percursos e a prova de uphill com baterias, além de demonstrações de asa delta em Atibaia.

Hoje, o festival já passou por modalidades como trail run, MTB, downhill, ciclismo de estrada, gravel, canicross, natação, duathlon, aquathlon, hike & fly, E-MTB e até demonstrações aéreas — sempre mantendo o espírito de montanha como fio condutor.
Mais do que provas, uma experiência
Parte do sucesso do Rocky Mountain Games está na atenção quase artesanal aos detalhes. Enquanto diferentes provas acontecem simultaneamente, a arena funciona como um ponto de encontro entre atletas, acompanhantes e marcas, com atividades paralelas, ativações, bem-estar e convivência. É um evento pensado para quem compete, para quem acompanha e para quem simplesmente quer viver a montanha.
Essa combinação ajudou a formar uma comunidade fiel, que retorna ano após ano, e também atrai novos públicos, de iniciantes a atletas experientes, de corredores a ciclistas, de famílias inteiras a competidores de elite.
“É um grande festival, que extrapola a largada e a chegada, e acolhe todo mundo que gosta de fazer esporte na natureza. Essa foi a nossa visão ao dar vida ao Rocky Mountain Games e é o que estamos realizando”, afirma Caco.
O próximo capítulo começa em Juquitiba
Com seis anos de história, o Rocky Mountain Games entra em mais uma temporada olhando para frente. E ela começa por Juquitiba, no próximo dia 14 de março, e já está com as inscrições abertas.
Depois de estrear natação em águas abertas e aquathlon nos últimos anos, a etapa no Fazendão se consolida como uma das mais versáteis do calendário, combinando trilhas, água, mata fechada e aquele clima de festival que virou marca registrada do evento.
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Se o passado mostra como o Rocky Mountain Games cresceu, o futuro aponta para algo ainda maior: em número de atletas, em diversidade de modalidades e, principalmente, em experiências que fazem sentido para quem escolheu a montanha como lugar de encontro.
E o sucesso do Rocky Mountain Games também passa por parceiros que compartilham os mesmos valores de aventura, liberdade e conexão com a natureza. Por isso, a presença da Jeep como patrocinadora do evento reforça a essência do RMG: explorar novos caminhos, superar desafios e viver experiências ao ar livre.
As inscrições já estão abertas no link. As vagas são limitadas. Confira as provas da etapa:
Rocky Mountain Games Juquitiba 2026 – 14/03/2026
Trail Run: 6 km, 12 km e 21 km
Canicross: 5 km
Para quem pedala:
Mountain Bike: 25 km e 50 km
Gravel: 40 km
Matéria produzida pelo Go Outside, mídia oficial do Rocky Mountain Games. Veja a publicação original.













